Porto de Cabinda capacita quadros em matérias sobre a interpretação da ISO:9001-2015

 

Com a ajuda de um perito com conhecimento da norma...

Porto de Cabinda capacita quadros em matérias sobre a interpretação da ISO:9001-2015

Com a ajuda de um perito com conhecimento da norma ISO, a Empresa Portuária de Cabinda no âmbito da comissão da qualidade e ambiente em coordenação com a Direcção de recursos humanos,   estão a munir  de capacidades os membros da referida comissão com o objectivo de  desempenhar cabalmente as suas actividades.

Alexandre Menezes, de nacionalidade Brasileira, convidado a ministrar tal formação, esclareceu  a oportunidade que, os trabalhadores do Porto de Cabinda com base a norma, deverão doravante, pautar pelas exigências da norma, que estão intimamente ligadas as boas práticas de gestão.

Projectada para organizações de qualquer porte e em qualquer sector, a certificação ISO 9001:2015 permite demonstrar que as empresas estão comprometidas em atender às necessidades e expectativas dos clientes e das partes interessadas demonstrando qualidade e melhoria contínua nos processos.

De acordo com Alexandre Menezes, que trabalha com a norma desde 1987, o Porto de Cabinda é das poucas Empresas Angolanas que têm a certificação da ISO através da Loyd’s Register.  Por este facto,  aconselha a Administração do Porto no sentido de continuar a capacitar os seus trabalhadores em matérias ligadas a actualização da norma.

Vango Conde Justino Lopes, director do gabinete de auditoria interna,   explicou que, recentemente a Empresa Portuária de Cabinda foi certificada com a ISO: 9001-2008. Fruto da transição para norma da ISO: 9001-2015, diz Vango Lopes, a Loyd’s Register certificou provisoriamente em 2015,  o Porto de Cabinda.

Nesta altura adianta Vango Lopes, por que fruto da transição e renovação da norma, no ano 2018, haveria a necessidade da Empresa ser alvo de auditoria externa, acção não realizada pela conjuntura que o país atravessa.

Vango Lopes, disse neste momento,   a Empresa Portuária ter a sua certificação ISO: 9001-2015 suspensa, que entretanto, passos importantes já foram dados pelo Conselho de Administração no sentido da auditoria externa ter lugar e assim, o Porto ver reactivada a sua certificação na norma 9001-2015.

A implementação do sistema  baseado na norma ISO: 9001-2015, incide no atendimento aos clientes sendo a mais actualizada. A última revisão e consequente actualização da norma ocorreu em  2015.

Com a acção formativa, o Conselho de Administração do Porto de Cabinda pretende fortalecer a implementação da norma na Empresa.

Recorde-se que a ISO: 9001-2015 dispõe de uma estrutura de boas práticas bastante consolidada para assegurar a qualidade de todos os processos dentro das Empresas.

 

Presidente da República atribuiu ao fundo soberano de Angola a titularidade da CaioPorto

 

No telejornal do dia 12 de Outubro do ano em curso...

Presidente da República atribuiu ao fundo soberano de Angola a titularidade da CaioPorto

No telejornal do dia 12 de Outubro do ano em curso, a Televisão Pública de Angola, noticiou que, o Presidente da República, concedeu ao Fundo Soberano de Angola a titularidade total da CaioPorto, empresa aquém o estado angolano, confiou a construção do Porto de águas profundas de Cabinda.

A notícia dá conta que, a primeira fase das obras de construção do Porto de águas profundas de Cabinda tiveram início em 2015. Prevê a construção de infraestruturas portuárias, que,  incluem uma estrutura marítima e instalações do terminal bem como unidades de armazenamento industrial e escritórios administrativos e logísticos.

Programada para três fases, o projecto da  construção do Porto do Caio estava avaliado até a data do seu arranque,  em mais de 800 milhões de dolares norte americanos, 85% do valor que,  o estado começou a investir através do Fundo Soberano e 15% pela sociedade CaioPorto que tinha como accionista principal o suiço-angolano Jean Claude  Bastos.

Em 2018 as obras paralisaram por força do despacho do Presidente da República João Lourenço que criou uma comissão para negociar a cessação  do contrato de concessão para a execução do projecto atribuido em 2012 a empresa CaioPorto.

De acordo com um comunicado tornado público pelo Conselho de Administração do Fundo Soberano de Angola e noticiado pela Angop, o Presidente da República em despacho datado de 1 de outubro de 2019, decidiu extinguir a referida comissão e passou a titularidade da sociedade CaioPorto ao Fundo Soberano de Angola.

De acordo com a Angop, a  decisão do Presidente da República  é justificada pelos resultados do trabalho desenvolvido pela comissão,  consubstanciados na recuperação da sociedade CaioPorto pelo estado Angolano e face a necessidade de assegurar a execução do projecto do Porto de águas profundas de Cabinda.

No âmbito do entendimento alcançado entre o governo Angolano e o anterior proprietário da sociedade, Jean Claude Bastos, devolveu a Angola muitos dos seus activos entre os quais a empresa CaioPorto.

O Presidente da República João Lourenço, delegou ao Ministro a outorga da concessão de um dos terminais portuários da Caio Porto a sociedade CaioPorto, para garantir a recuperação do seu investimento na implementação do projecto. Atribuiu ainda ao Ministério das Finanças a responsabilidade da operacionalização da linha de crédito alocada ao projecto e os desembolsos necessários a construção e determina a entrega da infraestrutura a Empresa Portuária de Cabinda após a sua conclusão.

O projecto do Porto do Caio em Cabinda, preve a criação de 1.500 empregos directos e 30 mil indirectos e vai tornar Cabinda numa zona franca de desenvolvimento socio-económico da província em particular e do país em geral.

 

Porto de Cabinda entrega 24 mil alevinos a quatro cooperativas de piscicultores em Cabinda

 

O Porto de Cabinda, procedeu a entrega de 24 mil a...

Porto de Cabinda entrega 24 mil alevinos a quatro cooperativas de piscicultores em Cabinda

O Porto de Cabinda, procedeu a entrega de 24 mil alevinos a quatro cooperativas locais, no sentido destas desenvolverem a actividade de piscicultura

Os peixes do tipo tilápia, foram adquiridos no âmbito do projecto de apoio as aldeias longiquas, que, aliás, foi a bandeira desta Empresa na campanha que o levou a ser aceite como membro do Pacto Global das Nações Unidas em 2018.

Dos 24 mil alevinos, 18 mil foram entregues a cooperativa tchimanhã da aldeia de Mpuela, municipio de cacongo, três mil para Tando Zinze, dois mil para localidade de Povo Grande, municipio sede da provincia e mil para Necuto, municipio de Buco-Zau.

Para além dos alevinos, os piscicultores receberam ração, outra aquisição do Porto de Cabinda no âmbito do seu apoio as comunidades e o reforço do fomento da actividade, visando o combate a fome e a pobreza no seio das localidades. Os beneficiários, agradecem mais este gesto do Porto de Cabinda.

Em nome das demais cooperativas, Arão Jorge, Presidente da cooperativa tchimanhã da aldeia de Mpuela, municipio de Cacongo, disse que, a parceria existente com o Porto de cabinda, deu esperanças as populações daquela área de residência.

“com a chegada dos alevinos de agora em diante, vamos continuar a cuidar até a fase de consumo e vamos continuar com a parceria com o Porto, Porque o Porto é quase nosso pai que nos cuidou até ao dia de hoje”.

Arão Jorge, recordou que em 2018, na primeira despesca, fruto dos oito mil alevinos lançados aos tanques, foi possível alcançar-se cerca de três toneladas e meia.

O processo de colocação dos alevinos nos tanques, foi acompanhado pela Secretaria provincial da Agricultura, pescas e florestas.

O chefe de Departamento das pescas em cabinda, Rafael Bráz avançou que o apoio prestado pelo Porto de Cabinda tem sido fundamental para o emponderamento das comunidades locais.

Rafael Bráz,  mostrou-se encorajado pelo Conselho de Administração do Porto de Cabinda e adiantou que, seria importante a existência em cada quatro aldeias da provincia  de estruturas de criação de peixe como a que funciona na aldeia de Mpuela.

“se conseguirmos fazer infraestruturas dessas e termos apoios em pelo menos quatro aldeias por cada comuna junto aos rios ou riachos que a província tem em ambudância, esteremos a resolver muitos problemas, estaremos a dar um grande contributo ao combate a fome e a pobreza”

De acordo com Rafael Bráz, para os piscicultores da província, a questão ração foi sempre o grande calcanhar de aquiles. Entretanto, louva o Porto de Cabinda por também anexar ao projecto, a vertente de alimentos para os alevinos.

Esclareceu que dentro de cinco meses, os alevinos atingirão o período de engorda e consequente despesca.

Por seu turno, o supervisor da comissão de sustentabilidade da empresa portuária de Cabinda-E.P, garantiu que  o projecto está integrado num amplo programa da sustentabilidade do Porto de Cabinda, que integra ainda, a horticultura, construção do mercado de peixe, viveiro para arborização, árvores de produção de frutas.

Com a segunda etapa do projecto de piscicultura,  o supervisor disse que o Porto de Cabinda acredita que as localidades beneficiadas poderão por si só crescer e desenvolver esta actividade. Acrescentou que,  o trabalho é  reconhecido a nível nacional e internacional, através do Pacto Global.

Segundo os entendidos na matéria, o período de engorda dos alevinos, face ao processo de produção em Cabinda é de cinco meses e o tamanho desejável para despesca é de 350 a 400 gramas. Oito toneladas de peixe é o que se prevê colher pelo menos até Abril do ano 2020.

Pelo Conselho de Administração da empresa Portuária de Cabinda-E.P, liderou a operação Mpuela, o Administrador para a Área Técnica e Operativa. Artur António Fernandes Carvalho acredita que, depois da despesca e consequente venda, as comunidades onde estão inseridas as cooperativas, poderão por si, caminhar e tirar rendimentos da venda dos peixes.

 

Inspecção do mintrans, promoveu palestra sobre segurança operacional no Porto de Cabinda

 

A Direcção de Inspecçã...

Inspecção do mintrans, promoveu palestra sobre segurança operacional no Porto de Cabinda

A Direcção de Inspecção do Ministério dos Transportes, promoveu no Porto de Cabinda, uma palestra sobre a importância da segurança operacional. A mesma, teve como objectivo capacitar os quadros do sector em Cabinda sobre os procedimentos a se ter em conta no concernente a segurança operacional e a segurança no local de trabalho para prevenção de acidentes.

De acordo com o Inspector-geral do Ministério dos Transportes, Edgardo Vicente Ferreira, igual mensagem, já foi transmitida a mais de trezentos quadros das empresas e organismos tutelados pelo sector.

O responsável, adianta que, o trabalho de consciencialização sobre segurança operacional vai continuar, sendo esta a primeira fase, enquanto a segunda vai contar com especialistas que lidam com a matéria para em conjunto apresentarem as áreas competentes do ministério, empresas e organismos tutelados, os procedimentos evitando danos a actividade. Edgardo Ferreira, falou da importância da liderança tomar consciência nos aspectos da segurança operacional e laboral.

Com isso, a inspecção do ministério dos transportes, pretende ao máximo diminuir, o número de acidentes de trabalho no sector.

O Director da inspecção-geral do ministério dos transportes, esclareceu a atenção que se deve ter com o material de escritório, e os equipamentos em uso nas áreas operações como capacete, colectes reflectores e ainda a necessidade do uso de sinalização nas zonas onde estejam a decorrer obras.

Para o Presidente do Conselho de Administração da Empresa Portuária de Cabinda, a palestra serviu para a sua administração, principalmente a Direcção de Segurança e Ambiente, absorver novos conhecimentos no que concerne aos processos e procedimentos a tomar no exercício da actividade diária.

Samuel Sambo, disse que alguns dos elementos apresentados na prelecção têm sido usados no porto, que entretanto, devem ser melhorados.

Para além do Conselho de Administração do Porto de Cabinda e trabalhadores, participaram do evento o secretário provincial dos transportes, António Custódio e o Delegado do Conselho Nacional de Carregadores em Cabinda, na pessoa do seu responsável Francisco Chimbavo e o Capitão da Capitania do Porto Nangiata David.

 

Calemas na baia de Cabinda, agora acontecem o ano todo

 

Os fenómenos naturais e o próprio ef...

Calemas na baia de Cabinda, agora acontecem o ano todo

Os fenómenos naturais e o próprio efeito estufa têm influenciado em grande medida no comportamento dos oceanos. O atlântico é um dos mais afectados por estes fenómenos e por conseguinte, os países por ele banhado sofrem das consequências.

Angola é um país banhado pelo oceano atlântico, as suas províncias situadas no litoral agora quase o ano todo sofrem com ondas constantes e acima do normal.

Para a actividade marítima portuária tais situações são prejudiciais e chegam a condicionar a acostagem de navios nos terminais. Principalmente para os portos sem protecção.

A baia de Cabinda pelo facto ser aberta o seu Porto tem estado a sentir os efeitos directos de tal situação.

Em entrevista recente à imprensa local, o Administrador Para Área Técnica e Operativa do Porto de Cabinda, referiu que as calemas nos últimos tempos têm ocorrido o ano todo. E chegam a atingir os níveis que os sites de indicação de tempo impedem a realização de operações.

“ as ondas apresentam-se numa altura de 1 (um) metro com frequência entre 10 e 12 segundos que nos permite operar, paramos quando verificamos a tendência do aumento para os níveis 4 e 5 ”.

Artur António Fernandes Carvalho, ressaltou ainda que, a rentabilidade da empresa se verifica através da quantidade de navios que atracam no cais, que i devem ser salvaguardados os interesses da empresa e parceiros em caso da ocorrência de ondas acima do nível 4.

Relembrou que antigamente a periodicidade das calemas eram fixas, actuavam apenas entre os meses de Maio à Setembro. E actualmente em função das transformações geográficas e os respectivos fenómenos naturais, as calemas são frequentes e ocorrem de 1 de Janeiro à 31 de Dezembro, mencionou.

Por outro lado, Artur Carvalho afirmou que tudo isso será minimizado tecnicamente quando as obras de infra-estruturação do porto terminarem. Mormente a do quebra-mar e cais. Segundo disse, a empreitada encontra-se na etapa final da primeira fase com um grau de execução física na ordem dos 55% do trabalho realizado, faltando apenas a segunda fase onde entra a dragagem.   

Navio com calado de 5.8 metros, atraca no cais do porto de Cabinda

 

Com uma cota  profundidade de 8.5 metros, o c...

Navio com calado de 5.8 metros, atraca no cais do porto de Cabinda

Com uma cota  profundidade de 8.5 metros, o cais  porto de Cabinda recebeu recentemente um navio pesqueiro com cerca de 5.8 metros de profundidade.

Trata-se do navio Orange Spirit com a bandeira das Bahamas, tem 115, 10 metros de comprimento. A atracação do navio, ocorreu sem constrangimentos apesar das ondas estarem no nível três em relação as calemas.

Manuel dos Santos Administrador executivo da SFT Angola, disse que a vinda à Cabinda do navio Spirit Orange, deve-se a um programa com o Ministério das Pescas que visa colocar mensalmente para província entre mil a duas mil toneladas de peixe congelado diverso com a finalidade de diminuir a escassez de peixe na região.

O Administrador executivo da SFT enfatizou ainda que, as calemas têm sido o grande calcanhar de aquiles por altura da descarga da referida mercadoria.

Pelo Conselho de Administração do Porto, acompanhou as operações o Administrador para a  área técnica e operativa Artur António Fernandes Carvalho.